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domingo, 22 de fevereiro de 2015

A PREFEITURA DE VIDRO DE SALVADOR



Salvador poderia até se orgulhar de possuir a única Prefeitura do Mundo toda em vidro e até desmontável, ou seja, pode ser reinstalada em qualquer outro lugar.
Hoje ela se encontra na Cidade Alta, em plena Praça Municipal, onde, praticamente começou a construção da Cidade de Salvador. Amanhã poderá estar na Cidade Baixa, por exemplo, no meio da Praça Cairu em frente ao Mercado Modelo, ou poderia estar nos Alagados, em meio às palafitas ou do que restou delas ou no seio daquelas que continuam sendo instaladas na incessante progressão desse problema social.

Quando se construiu a dita cuja, teve gente que gostou e outros tantos que não toleraram. A crítica estourou de todos os lados, a maioria contra “a cristaleira”. O próprio autor, senhor Lelé (João da Gama Filgueiras Lima) certa feita se expressou afirmando que até ele já estava se acostumando com a obra.

 Em verdade não é uma questão de se acostumar ou não: ela é indiferente e inexpressivo. O seu valor estar realmente no fato de que pode ser desarmada rapidamente e instalada em qualquer lugar. Isso é incontestável!

Teve gente que afirmou que ela era melhor do que o “cemitério de Sucupira” (espaço deixado pelo incêndio da antiga bibilioteca). Nesse caso, apenas lembramos que o cemitério de Sucupira era apenas um espaço vazio e não uma obra arquitetônica. Não deve ser comparado! É insano!


 A prefeitura de vidro

Palácio da Aclamação (Apenas para uma comparação)

Por fim, é imcompreensível a afirmação de um dos defensores da prefeitura de vidro: disse ele que ela tenta maneter um diálogo entre ela e o Palácio de Aclamação. Mas que diálogo?! Vamos devagar! É figurativo, mas muito inapropriado.



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