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terça-feira, 8 de maio de 2012

PASSEIOS E MAIS PASSEIOS EM ITAPAGIPE

Chegou ao nosso conhecimento que a Prefeitura vai prolongar o passeio que vem fazendo nos Tainheiros até a Avenida Beira Mar, naturalmente não na largura que foi possível fazer na Ribeira, mas dentro de um padrão compatível com os novos espaços à beira-mar.
Em seguida, a Prefeitura vai ter pela frente uma série de toldos colocados em baixo dos tamarindeiros da Penha, tomando todo o espaço da área. Funcionam quatro ou cincos bares com apoio de fornecimento em casas do outro lado da rua.
Sem dúvida que são agradáveis e ainda poderiam ficar lá com a cessão de algum espaço do lado do mar para que os passeios possam ser feitos em largura compatível com a área.
Ainda na Penha, a Prefeitura tem um grande abacaxi para descascar. A tal Marina da Penha. É preciso enquadrá-la. Já têve um tempo que foi espaço de pagode. Ela avança para o mar, quebrando totalmente a harmonia do local. Uma de suas laterais dá para uma pequena praia. Ali tinha uma dúzia de barracas encostadas nessa lateral. Foram derrubadas, mas no local das "finadas" vieram os guardas-sol e os terriveis isopores. Uma floresta deles. Ficou pior do que antes. O certo seria a retirada da marina do local e se não for possível, que ela ceda uma parte do lado do mar para a construção do passeio. Passaria a ter uma frente mais dígna. Poder-se-ia fazer um restaurante panorâmico. Inaceitável é a sua atual fachada de frente para a rua.
Depois, vem a Praia do Bugari e aí já existe passeio. É só tirar as pedras portuguesas. Não temos nada contra elas. Compõem desenhos magníficos, mas precisam ser bem assentadas, senão soltam-se facilmente. Tornam-se uma festa para a garotada: quando à beira-mar, são jogadas ao mar: quando não, serve para derrubar manga e cajá. Dizem até que em Salvador não se planta mais mangueiras, que é uma árvore linda, por causa da garotada à arremessar pedras portuguesas nos seus galhos. Em Itapagipe, arremessam para derrubar tamarindo no tempo que eles dão.
O próximo “sacrifício” será no Pôço. Ali também tem toldos que servem de bar, tanto no centro do local como do lado da praia. Terão que dá espaço para o passeio.
Aliás, inicialmente, foi liberada a área central. Depois cada qual ampliou sua ação comercial sobre o passeio que já existia à beira-mar.
Aliás, este fato pode ser notado através da foto seguinte. É a continuação da área do Pôço:
Percebe-se, perfeitamente, a ocupação do espaço pelos toldos. Enquanto estamos tendo esse trabalho de pesquisa que demandou um bom tempo: enquanto os novos passeios vão beneficiar a população como um todo, apesar de causar algum prejuízo à alguns comerciantes que terão que se adequar, a Prefeitura não faz passeio onde deveria fazer, ou seja, na nova praça da Praia do Bonfim, motivo de uma de nossas recentes postagens. É incrível. Demonstra falta de coordenação e planejamento. Vejam o que fizeram:
Tanto espaço e não fizeram passeio. Dava para fazer um grande passeio, tão bom quanto o da Ribeira, claro que menos largo. Em vez disto, colocaram uns blocos amarelos, enterrados na areia. O passante da área ou anda pela areia, antes tirando os sapatos ou então caminha pelos paralepípedos, competindo com os carros. Se vier algum, pula para dentro do campo de areia, mesmo estando de sapato. As nulheres, então, de sapato alto, vão ser uma graça. Não deixa de ser um exercício!

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