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sábado, 5 de fevereiro de 2011

DEMOLIÇÃO DA IGRAJA DA SÉ

Não nos sai da cabeça o comentário de um internauta paulista quando recebeu umas fotos da antiga Salvador: “ se esta cidade não tivesse destruído tudo que possuía e juntando o que ainda resta, seria uma das maiores cidade do mundo”.
Parece que é verdade. Vejam o caso da antiga Igreja da Sé


Igreja da Sé - Tela de Diógenes Rebouças (reprodução)


A Igreja da Sé é vista ao fundo da Rua da Misericórdia



Igreja da Sé- No alto à direita


Fala-se que a destruição da velha igreja foi feita afim de que se prolongasse a linha de bondes de Salvador, explorada pela Cia Carris Elétricos da Bahia, conhecida como Circular.

Ao que parece, não havia nenhum plano paralelo para a construção de uma praça como aconteceu posteriormente. A prevalência era realmente a linha de bondes. A praça foi uma conseqüência.

Era governador do Estado o Cel. Juracy Magalhães e o Arcebispo Primaz o Cardeal da Silva, nenhum dos dois baianos.
A imprensa da época insinuou abertamente que se essas pessoas tivessem nascido na Bahia, não teriam aceito a destruição da grande igreja.
Comentou:
“Foi um crime, que gerou tal comoção, que logo após foi criado o IPHAN, para proteger o patrimônio nacional!”
Hoje esse “ato” está representado pela “Cruz Caída” de Mário Cravo. Expressa bem a violência cometida.

A Cruz Caída- Autoria de Mário Cravo

Cruz Caída no cenário da praça
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