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sábado, 27 de agosto de 2016

A MAGIA AEÓLICA DOS JOGOS

As Olimpíadas do Rio terminaram no último domingo.Foi uma festa incrível. Saiu do lugar comum  de muitas outras.


Destacamos de inicio o desfile dos atletas sempre necessário, mas longo e cansativo. O Rio eliminou a mesmice. Os atletas desfilaram no centro do campo. Menos enfadonho, apesar de ter sido acrescentado novos elementos como foram  as bicicletas enfeitadas de flores e crianças conduzindo mudas de plantas e os atletas sementes que foram depositadas em pequenas cubas que serão plantadas daqui a um ano em Deodoro formando a floresta dos atletas com cerca de 24 milhões  de árvores. Se não bastasse as novidades acrescentadas, ao final de cada grupo quatro ou cinco bateristas de nossas escolas de samba davam mais alegria a cada conjunto. Separava-os com o nosso samba.




Bicicleta do desfile
       







  


A menina da planta


terça-feira, 2 de agosto de 2016

A NOVA PRAÇA DODÔ E OSMAR - reformulada

Há alguns meses atrás, fizemos uma postagem sobre a Praça Dodô e Osmar ao final da Avenida Beira-Mar e lamentamos o seu formato, principalmente em razão de que não souberam aproveitar a praça ao lado, absolutamente livre para uma junção dos dois espaços, um originado pela antiga fábrica de chocolate Barreto de Araújo e o outro pela antiga Praça Divina ao lado.

((EX pRAÇA DIVINA)

Não temos a menor dúvida que qualquer arquiteto por mais inexperiente que fosse, teria feito um projeto unindo os dois espaços. Era lógico, podemos assim dizer. Os dois espaços, um criado pela então fábrica de chocolate e a Praça Divina ali existente ha mais de 100 anos, propiciaria a criação de um belo e sensacional espaço de lazer, talvez uma das belos de Salvador, desde que  não se pode esquecer que o maior lado do espaço é ocupado pelo mar, afora a tradição do local, etc. etc.



 Além de feia, lamentamos que o seu arquiteto não tenha percebido que ao lado esquerdo da referida praça, existia  a Praça Divina, que de “divina” não tinha nada, apesar de sua localização privilegiada. 

Praça Divina

Ficou um horror!

Tecnicamente, logicamente, tudo, as duas praças deveriam se transformar numa só. O pior dos arquitetos faria isso.

Ainda em tempo, quando a reforma da Av. Beira Mar ainda se encontrava em frente ao Colégio Santa Bernadete e as obras tiveram uma longa paralização, alguém de bom senso na Prefeitura reconheceu o erro cometido e houve tempo para  projetar e construir uma praça mais digna, muito embora ainda muito longe de um ideal paisagístico. 



Acima a praça que fizeram inicialmente. Nem árvores possuía! O maior espaço foi destinado a um campo de futebol de areia numa área repleta de muitos outros campos a beira-mar. Em dias de sol, a partir das 10 horas, ninguém podia pisar na mesma, diferentemente dos campos improvisados à beira mar sempre úmidos pela proximidade com o mar.

Por fim e que fim, como será chamada a nova praça? Divina ou Dodô e Osmar. Se for Divina estará respeitando a tradição do local, nas proximidades do Senhor do Bonfim, dai o seu nome ou Dodô e Osmar, homenageando os dois grandes músicos baianos. Parece que os músicos levaram a melhor: a praça chamar-se-á Dodô e Osmar. Divino!
A nova praça - Passeios coloridos- Árvores - Mar
Passeio

terça-feira, 19 de julho de 2016

A NOVA RAIA DE REMO DE SALVADOR

Poucos sabem que a raia de remo dos Tainheiros é oficializada pelo Departamento Nacional de Portos e Navegação desde 1940, ou seja, há 76 anos. Verdade que a oficialização não teria sido movida essencialmente por causa das provas de remo e sim porque era e é local de pouso de aviões de pouso n’água, ainda hoje existentes. 

Como as provas de remo em Salvador, sempre foram realizadas nesse espaço, ela foi oficializada pelo governo. Deveria está sempre livre para uma necessidade de pouso.

Não é o que se vê hoje. Dezenas de marinas foram construídas nessa área, tornando o espaço sempre congestionado por embarcações de todos os tipos e classes. Um perigo para a aeronáutica! Uma morte para o remo.

Há de se pensar se não estaríamos sendo demasiadamente rigorosos contra as marinas, desde que elas foram construídas na beirada do cais da Ribeira, sem nenhum prejuízo do percurso das provas de remo. Mas há um detalhe a ser observado: o prejuízo técnico, digamos assim: queremos nos referir à intensa movimentação das embarcações no percurso das provas de remo em dias de regata. Somos testemunhas desse detalhe num dia que assistíamos a uma regata: um grande catamarã atravessava a raia de remo sentido Lobato-Ribeira no momento exato do desenvolvimento de um páreo de quatro sem (isto é, sem patrão). Por pouco não houve uma coalização, mas certamente, houve um prejuízo técnico às guarnições que pouparam a velocidade de seus barcos. Fosse um avião e haveria uma grande coalizão.


Todo esse palavreado, dirão alguns, foi necessário para justificar a necessidade de uma nova raia de remo para Salvador, livre desses percalços que tendem a aumentar com o crescimento das marinas na Ribeira. Inicialmente, pensou-se em Pituaçú, infelizmente falta largura nesse espaço e não se vai bulir neste local sob nenhuma hipótese.
Pituaçu
O que fazer então? Felizmente surgiu agora uma oportunidade: o cais do porto já começou a ser descoberto com a construção de uma estação de passageiros, praticamente toda de vidro ou, pelo menos, grande parte.

Pena, entretanto, que as áreas do lado do mar, tenham sido como que demarcadas com telas de arame, sustentadas por horríveis estacas de concreto. Meu Deus! Que ideia terrível! Deveriam ser com tubo de aço cromado prateado como se fez em alguns lugares da orla como. por exemplo, na área do Cristo.

Estação marítima de Salvador

Horrível


Balaustrada do Cristo

Esta situação cria a oportunidade de se fazer uma raia de remo no porto, tão logo seja retirada os sete ou oito armazéns que chegam a alcançar a antiga Água de Meninos. Ai, teremos o mar a nossa disposição na sua beleza e originalidade; também o vento correrá livre de tropeços em seu caminho. Enfim, teremos a beleza da natureza aos nossos olhos. Salvador merece esse presente.

Em vermelho a raia de remo do Porto

quinta-feira, 30 de junho de 2016

CASSINOS NAS ARENAS DA COPA DO MUNDO NO BRASIL

Anuncia-se que serão implantados nas arenas dos estádios que foram construídos para a Copa do Mundo de futebol, cassinos destinados a diversos jogos desse tipo de casa de diversão.

Como é sabido, foram construídos estádios gigantescos, fora da realidade de nosso futebol, principalmente aqueles fora do eixo Rio-São Paulo- Minas Gerais. Em consequência, terminada a Copa, ficou muito difícil a sua manutenção. A sua maioria estaria sujeita a degradação total

Em razão desse problema, é bem vinda a notícia que alguns desses estádios seriam aproveitados para o funcionamento de cassino de jogos.
As Dunas

O que deve pegar fortemente são as correntes contrárias a atividade de jogo em cassinos no Brasil, apesar de ser permitido em outros países até vizinhos ao nosso, atraindo milhares de brasileiros que gastam milhões de dólares nesses locais. Muitos viajam especificamente com esse mister.

Enquanto isto acontece, permite-se em todos os estados o chamado jogo de bicho mais usado pelas classes sociais de menor rendimento. Ou seja, comete-se uma contradição comportamental inexplicável.

Vamos acrescentar mais um caso que não se explica a bem da verdade. Sob o patrocínio do próprio governo, JOGA-SE a todo instante nas Loterias Esportivas, com premiação baixíssima de vencedores e, mais uma vez, é a classe baixa e média os maiores sustentadores dessa prática.
Pelas razões acima expostas, não há como ser contra o aproveitamento das chamadas “arenas” para se tornar cassinos. 

segunda-feira, 27 de junho de 2016

NOVO PORTO DE SALVADOR

Deve ter centenas de cidades pelo mundo que gostaria de ter o mar junto de si, de suas casas, de suas ruas. É um desejo mais do que justo. Não há nada mais belo! Os poetas comparam as espumas de suas ondas ao sorriso das deusas.

Khalil Gibran, poeta de origem libanesa, escreveu: “Caminho eternamente por essas praias entre a areia e a espuma. A maré alta apagará minhas pegadas, e o vento soprará a espuma. Porém o mar e a praia permanecerão eternamente.”

Deveria ser eterno o mar que tínhamos em frente ao centro de Salvador. Suas ondas batiam na base da colina. Depois vieram os aterros que o afastou quase mil metros. Não fosse bastante ou suficiente, construíram enormes e horrorosos armazéns, um pegado ao outro, proibindo que até o vento conseguisse passar entre eles. A cidade precisava de um porto e o fizeram na horizontal do espaço. Nem ao menos pensaram num local para recepção dos passageiros. Agora finalmente construíram um. Acha-se pronto vai fazer um ano, e ainda não está em pleno funcionamento.


Especula-se agora no aumento do porto em si. Não se acredita que sejam construídos na mesma horizontal do porto atual. Poderão ou deverão ser construções que avancem para o mar, perpendicular ou obliquamente ao cais, para atracação em ambos os lados.




Por outro lado, é preciso rever o aramado que colocaram em frente ao mar. Não ficou bem. Aliás, ficou horrível! Não é pior porque se vê o mar.



Em estrutura metálica e vidro, o prédio tem três pavimentos, num total de 7.678 m2.

Proteção aramada




sexta-feira, 27 de maio de 2016

CONTINUAMOS COM A TOCHA OLIMPICA


Fizemos uma primeira postagem da passagem da Tocha Olímpica por Salvador. Hoje estaremos vendo um pouco de sua história incrível e mais detalhes de sua presença em nossa Capital. Teve momentos de grande emoção e todos inusitados. Por exemplo, andou também sobre as águas sagradas do mar da Bahia na Baía de Todos os Santos em standup Padlle.

. Teve tudo que merecia. Poderia ter sido feito muito mais, mas o que? Não encontro o que mais poderia ser feito por essa chama sagrada que tem Zeus como patrono, o deus olímpico da Grécia. Vejamos como era ele nas representações dos artistas como, por exemplo, assim:



Expressa força e determinação que o esporte requer

Filho do titã Cronos e de Reia, Zeus é o mais novo de seus irmãos; na maior parte das tradições é casado, primeiro com Métis, engendrando a deusa Atena e, depois, com Hera, embora, no oráculo de Dodona, sua esposa seja Dione, com quem, de acordo com a Ilíada, ele teria gerado Afrodite.[4] É conhecido por suas aventuras eróticas, que frequentemente resultavam em descendentes divinos e heroicos, como Atena, Apolo e ÁrtemisHermesPerséfone (com Deméter),DionisoPerseuHéraclesHelena de TroiaMinos, e as Musas (de Mnemosine); com Hera, teria tido AresÊnioIlítiaÉris,Hebe e Hefesto.[5]

“Como ressaltou o acadêmico alemão em seu livro Religião Grega, "mesmo os deuses que não são filhos naturais de Zeus dirigem-se a ele como Pai, e todos os deuses se põem de pé diante de sua presença."[6] Para os gregos, era o Rei dos Deuses, que supervisionava o universo. Nas palavras do geógrafo antigo Pausânias, "que Zeus é rei nos céus é um dito comum a todos os homens."[7] Na Teogonia, de Hesíodo, Zeus é responsável por delegar a cada um dos deuses suas devidas funções. Nos Hinos Homéricos ele é referido como o "chefe dos dA Grécia antiga cultuava o poder e o fogo. Na mitologia grega, Prometeu roubou o fogo de Zeus e deu aos humanos. Para celebrar a passagem do fogo de Prometeu ao homem, os gregos faziam corridas de revezamento. Os atletas passavam a tocha entre si até que o vencedor cruzasse a linha de chegada”.

Ficaria aqui por todo o tempo da vida, mas precisamos fazer outras coisas. Não fosse a grande colaboração da Dra. Desirèe Azzi |Gantois e não teria chegado nem a metade.