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quarta-feira, 28 de setembro de 2016

UM 'CACIQUE" MUDANDO A HISTÓRIA

Faz pouco tempo que fizemos uma postagem sobre a Praça Castro Alves. Destacamos, principalmente, o que se considera como a verdadeira Praça Castro Alves, ou seja, onde se acha o monumento ao poeta Castro Alves.

Mais antigamente, a praça possuia o famoso Teatro Castro Alves destruído por um incêndio em 1939. No local foi construído um edifício onde veio a funcionar a Secretaria de Obras Públicas do governo baiano.


Palacio dos Esportes - Foto antiga

A foto acima mostra o referido edifício. Hoje, no local funcionam Federações de Esportes.

Na sua esquina começa a Rua Chile e exatamente ali foi construída a Porta de Santa Luzia, ao tempo da construção da cidade de Salvador na atual Praça Thomé de Souza.

Tudo então perfeitamente delineado e tido como definitivo.

Antigamente, em frente à praça funcionava um abrigo de bondes.

E do outro lado o que funcionava, desde que a Praça Castro é todo um conjunto de prédios e monumentos ali existentes, tanto de um lado como do outro.

A maioria das publicações históricas informa que do outro lado da praça funcionava o Cinema Guarany e o enorme prédio do Jornal A Tarde, hoje sendo reformado para se tornar um hotel de luxo. Além dissso, funcionava o Restaurante Cacique. Publicamos foto do mesmo em postagem anterior.


Cacique
Forçoso fazer uma ressalva: esta foto é absolutamente isolada, ou seja, não se a tem no conjunto da praça. Será que o Cacique que se vê acima não é o restaurante a que estamos nos referindo?  Mas o porque da dúvida?

A mesma surge à partir do momento que se descobre uma outra foto do conjunto de prédios existentes desse lado da praça. Ei-la:

O outro lado da praça
h

Não aparece na mesma o Cacique retratado e nominado anteriormente. O que está havendo? Contra fatos não há argumentos. A foto acima é incontestável! Mostra o outro lado da praça em toda a sua plenitude e o "Cacique" que vimos anteriormene não aparece. No local, vê-se um prédio com três ou quatro andares, relativamente grande, metade das dimensões do cinema ao lado. Parece mais uma igreja, cercado, plantações à frente, sem dúvida bonito, mas algo extranho, não sabemos porquê, mas extranho volto a repetir. Seria uma residência?

E com essa extranhesa no ar, deveremos voltar ao assunto, mas peço aos meus leitores de todas as partes que se manifestem para  a ajudar a esclarecer essa grande dúvida.













terça-feira, 20 de setembro de 2016

PRAÇA CASTRO ALVES - PRAÇA DO POETA

Toda e qualquer cidade tem seu destaque urbano, nem que seja formada por uma só rua. Conheço algumas no interior do Estado. Tratemos de Salvador, cidade à beira-mar. Na maioria das cidades nessas condições, a avenida que contorna o mar, é o grande destaque. Os prédios são construídos com vista para o mar. Tem maior valor monetário. Salvador não foge a regra. Contudo, quem vem de fora pode dar maior valor visual a uma rua ou praça do centro de onde pouco se vê o mar ou simplesmente não é visto. São Paulo, por exemplo, é uma dessas cidades onde suas grandes avenidas e suas praças conseguem ser admiradas.

Salvador tem as duas coisas: o mar em diversos pontos da cidade e, consequentemente, suas avenidas de contorno, mas é inegável que certas partes do seu centro chamado histórico, impressionam mais o visitante e mesmo ao habitante natural. Falta cuidado dos poderes públicos para aumentar essa admiração.

Enquanto isto não acontece, poder-se-á aumentar o interesse de todos historiando a origem desses locais, significados e tantos outros recursos expressivos a que se pode recorrer.


O primeiro destaque, talvez prioritário, da cidade de Salvador é a Praça Castro Alves, bem no centro de Salvador, conhecida de todos na maioria dos seus detalhes, mas, possivelmente, desconhecida da sua história. Esta é bem significante e curiosa. Como se formou este lugar tão escasso de espaço? Tão irregular! Às vezes não parece uma praça. O tráfego de veículos se faz bem ao meio, separando-a um lado do outro. Num desses lados expõe a bela estátua de Castro Alves; noutro um cinema com sua história e ao lado um edifício enorme que abrigou o maior jornal de Salvador e agora se prepara para ser um grande hotel. Deverá ser maravilhoso: terá como vista principal a Baia de Todos os Santos


Antiga Praça Castro Alves- Esta foto é posterior ao incendio do Teatro São João

Ao lado do antigo cinema Guarany funcionava o Bar e Restaurante Cacique. Ficava aberto o dia todo, mas era de noite ou na madrugada, que vibrava com a presença dos grandes boêmios da noite baiana e das lindas mulheres do Tabarís Night Club que funcionava ao lado do Cinema Guarany, bem ao fundo, como que escondido. Sua entrada era na lateral do cinema. A famosa casa de diversão dos anos 30 a 60 fechou suas portas em 1968. Exibiu as grandes companhias do Brasil e do mundo, as grandes orquestras, os melhores cantores.

Cacique



Entrada do Tabaris ao lado do Cima Guarany


Quando não era o Cacique, eram os bordéis da Ladeira da Montanha que acolhiam os incansáveis boêmios do centro de Salvador e, em seguida, iam comer o feijão de Zé do Muro na própria praça. Muitos, entretanto, desciam a Ladeira da Preguiça em direção ao antigo Mercado Modelo e ficavam lá até o dia clarear ao som dos berimbaus que começavam a ser tocados pelas suas cordas maravilhosas.


Ladeira da Preguiça


Ladeira da Montanha

Retornando exclusivamente á  praça, primeiramente, se instalou um monumento que teria sido um “pelourinho”. Depois veio um monumento representando uma índia; posteriormente a estátua em homenagem a Cristovão Colombo até alcançarmos o belo monumento ao poeta dos poetas, nosso grande Castro Alves. Morreu cedo; se tivesse vivido mais  e o mundo estaria mais aos seus pés, encantado. Foi um homem apaixonado em todos os sentidos: pelas mulheres e pela sua cidade.                                      

Castro Alves


Claro que algo precisava ser feito em frente ao teatro. Formou-se uma praça. De logo foi feita uma balaustrada do lado do mar com acesso de moradores que possivelmente moravam mais abaixo do morro Só há essa explicação para as duas curvaturas da refeida balaustrada que veremos na gravura adiante. Não se pode concluir de outra maneira. No centro da praça colocou-se um monumento que parece ser o “pelourinho” de Salvador.


Praça com a picota no cenro e a balaustrda em curvas


Muitos haverão de extranhar que se fale ou se refira a Pelourinho que não o grande espaço de praças, casas, igrejas e museus de todos nós conhecido. Sem dúvida que continua sendo o mesmo conjunto maravilhoso.

Em verdade, contudo, pelourinho também é o local onde se toturava escravos antigamente. Geralmente era representado por uma coluna e, naturalmente algo onde se prendia o escravo a ser torturado.
Em algumas cidades era conhecido como picota. Perteciam à Prefeitura, mas também tinham direito a um pelourinho ou picota os grandes donatários, bispos e os mosteiros, como prova e instrumento da jurisdição feudal.

Segundo a Wikipédia os pelourinhos foram pelo menos desde finais do século XV, considerados o padrão ou o símbolo da liberdade. Para alguns historiadores, como é o caso de Alexandre Herculano, o termo pelourinho só começa a aparecer no século XVII, em vez do termo picota, de origem popular. A partir dessa altura passou a ser apenas o marco concelhio. Antes dessa altura, segundo Herculano, o pelourinho era uma derivação, de costumes muito antigos, da ereção nas cidades do ius italicum das estátuas de Marsias ou Sileno, símbolos das liberdades municipais. Mas outros historiadores remetem para a Coluna ou Coluna Moenia romana, poste erécto em praça pública no qual os sentenciados eram expostos ao escárnio do povo.”

Pelourinho ou picota de Mariana



Picota do Maranhão

Mas antes da praça ser do peeta, onde se encontra o seu corpo, ela foi a Praça do Teatro. Efetivamente do lado sul do morro  que ali existia, ergueu-se um teatro, estilo pombalino, chamado Teatro São  João em homenagem ao rei D.João III de Portugal. Ele esteve em Salvador conhecendo o mesmo.


Esse teatro pertencia ao governo, era ponto de encontro dos aristocratas e intelectuais, onde funcionou o Conservatório Dramático da Bahia (CDB).  Foi fundado pelo dramaturgo Agrário de Menezes, para incentivar os escritores a acolher grupos de dramaturgia da cidade.
O teatro São João foi freqüentado por inúmeros nomes das artes cênicas, musicais e literárias, como Xisto Bahia, um dos maiores comediantes brasileiros, o maestro Carlos Gomes e o poeta Castro Alves. O edifício colonial foi destruído em 1923, por um incêndio misterioso.

Xisto  Bahia 



Em cima do morro - este foi o começo

Parece que antes do século XV terá havido algumas execuções nos pelourinhos. Mas a partir daí não há provas que tal sucedesse, pelo menos em relação às execuções capitais.

Posteriormente, os pelourinhos foram usados para serem o local onde eram lidos os “pelouros”, que eram as decisões tomadas pelas Câmaras Municipais de cada cidade. E assim sendo por todo o Brasil há registro de pelourinhos, cada um de uma forma.


sábado, 27 de agosto de 2016

A MAGIA AEÓLICA DOS JOGOS

As Olimpíadas do Rio terminaram no último domingo.Foi uma festa incrível. Saiu do lugar comum  de muitas outras.


Destacamos de inicio o desfile dos atletas sempre necessário, mas longo e cansativo. O Rio eliminou a mesmice. Os atletas desfilaram no centro do campo. Menos enfadonho, apesar de ter sido acrescentado novos elementos como foram  as bicicletas enfeitadas de flores e crianças conduzindo mudas de plantas e os atletas sementes que foram depositadas em pequenas cubas que serão plantadas daqui a um ano em Deodoro formando a floresta dos atletas com cerca de 24 milhões  de árvores. Se não bastasse as novidades acrescentadas, ao final de cada grupo quatro ou cinco bateristas de nossas escolas de samba davam mais alegria a cada conjunto. Separava-os com o nosso samba.




Bicicleta do desfile
       







  


A menina da planta


terça-feira, 2 de agosto de 2016

A NOVA PRAÇA DODÔ E OSMAR - reformulada

Há alguns meses atrás, fizemos uma postagem sobre a Praça Dodô e Osmar ao final da Avenida Beira-Mar e lamentamos o seu formato, principalmente em razão de que não souberam aproveitar a praça ao lado, absolutamente livre para uma junção dos dois espaços, um originado pela antiga fábrica de chocolate Barreto de Araújo e o outro pela antiga Praça Divina ao lado.

((EX pRAÇA DIVINA)

Não temos a menor dúvida que qualquer arquiteto por mais inexperiente que fosse, teria feito um projeto unindo os dois espaços. Era lógico, podemos assim dizer. Os dois espaços, um criado pela então fábrica de chocolate e a Praça Divina ali existente ha mais de 100 anos, propiciaria a criação de um belo e sensacional espaço de lazer, talvez uma das belos de Salvador, desde que  não se pode esquecer que o maior lado do espaço é ocupado pelo mar, afora a tradição do local, etc. etc.



 Além de feia, lamentamos que o seu arquiteto não tenha percebido que ao lado esquerdo da referida praça, existia  a Praça Divina, que de “divina” não tinha nada, apesar de sua localização privilegiada. 

Praça Divina

Ficou um horror!

Tecnicamente, logicamente, tudo, as duas praças deveriam se transformar numa só. O pior dos arquitetos faria isso.

Ainda em tempo, quando a reforma da Av. Beira Mar ainda se encontrava em frente ao Colégio Santa Bernadete e as obras tiveram uma longa paralização, alguém de bom senso na Prefeitura reconheceu o erro cometido e houve tempo para  projetar e construir uma praça mais digna, muito embora ainda muito longe de um ideal paisagístico. 



Acima a praça que fizeram inicialmente. Nem árvores possuía! O maior espaço foi destinado a um campo de futebol de areia numa área repleta de muitos outros campos a beira-mar. Em dias de sol, a partir das 10 horas, ninguém podia pisar na mesma, diferentemente dos campos improvisados à beira mar sempre úmidos pela proximidade com o mar.

Por fim e que fim, como será chamada a nova praça? Divina ou Dodô e Osmar. Se for Divina estará respeitando a tradição do local, nas proximidades do Senhor do Bonfim, dai o seu nome ou Dodô e Osmar, homenageando os dois grandes músicos baianos. Parece que os músicos levaram a melhor: a praça chamar-se-á Dodô e Osmar. Divino!
A nova praça - Passeios coloridos- Árvores - Mar
Passeio

terça-feira, 19 de julho de 2016

A NOVA RAIA DE REMO DE SALVADOR

Poucos sabem que a raia de remo dos Tainheiros é oficializada pelo Departamento Nacional de Portos e Navegação desde 1940, ou seja, há 76 anos. Verdade que a oficialização não teria sido movida essencialmente por causa das provas de remo e sim porque era e é local de pouso de aviões de pouso n’água, ainda hoje existentes. 

Como as provas de remo em Salvador, sempre foram realizadas nesse espaço, ela foi oficializada pelo governo. Deveria está sempre livre para uma necessidade de pouso.

Não é o que se vê hoje. Dezenas de marinas foram construídas nessa área, tornando o espaço sempre congestionado por embarcações de todos os tipos e classes. Um perigo para a aeronáutica! Uma morte para o remo.

Há de se pensar se não estaríamos sendo demasiadamente rigorosos contra as marinas, desde que elas foram construídas na beirada do cais da Ribeira, sem nenhum prejuízo do percurso das provas de remo. Mas há um detalhe a ser observado: o prejuízo técnico, digamos assim: queremos nos referir à intensa movimentação das embarcações no percurso das provas de remo em dias de regata. Somos testemunhas desse detalhe num dia que assistíamos a uma regata: um grande catamarã atravessava a raia de remo sentido Lobato-Ribeira no momento exato do desenvolvimento de um páreo de quatro sem (isto é, sem patrão). Por pouco não houve uma coalização, mas certamente, houve um prejuízo técnico às guarnições que pouparam a velocidade de seus barcos. Fosse um avião e haveria uma grande coalizão.


Todo esse palavreado, dirão alguns, foi necessário para justificar a necessidade de uma nova raia de remo para Salvador, livre desses percalços que tendem a aumentar com o crescimento das marinas na Ribeira. Inicialmente, pensou-se em Pituaçú, infelizmente falta largura nesse espaço e não se vai bulir neste local sob nenhuma hipótese.
Pituaçu
O que fazer então? Felizmente surgiu agora uma oportunidade: o cais do porto já começou a ser descoberto com a construção de uma estação de passageiros, praticamente toda de vidro ou, pelo menos, grande parte.

Pena, entretanto, que as áreas do lado do mar, tenham sido como que demarcadas com telas de arame, sustentadas por horríveis estacas de concreto. Meu Deus! Que ideia terrível! Deveriam ser com tubo de aço cromado prateado como se fez em alguns lugares da orla como. por exemplo, na área do Cristo.

Estação marítima de Salvador

Horrível


Balaustrada do Cristo

Esta situação cria a oportunidade de se fazer uma raia de remo no porto, tão logo seja retirada os sete ou oito armazéns que chegam a alcançar a antiga Água de Meninos. Ai, teremos o mar a nossa disposição na sua beleza e originalidade; também o vento correrá livre de tropeços em seu caminho. Enfim, teremos a beleza da natureza aos nossos olhos. Salvador merece esse presente.

Em vermelho a raia de remo do Porto

quinta-feira, 30 de junho de 2016

CASSINOS NAS ARENAS DA COPA DO MUNDO NO BRASIL

Anuncia-se que serão implantados nas arenas dos estádios que foram construídos para a Copa do Mundo de futebol, cassinos destinados a diversos jogos desse tipo de casa de diversão.

Como é sabido, foram construídos estádios gigantescos, fora da realidade de nosso futebol, principalmente aqueles fora do eixo Rio-São Paulo- Minas Gerais. Em consequência, terminada a Copa, ficou muito difícil a sua manutenção. A sua maioria estaria sujeita a degradação total

Em razão desse problema, é bem vinda a notícia que alguns desses estádios seriam aproveitados para o funcionamento de cassino de jogos.
As Dunas

O que deve pegar fortemente são as correntes contrárias a atividade de jogo em cassinos no Brasil, apesar de ser permitido em outros países até vizinhos ao nosso, atraindo milhares de brasileiros que gastam milhões de dólares nesses locais. Muitos viajam especificamente com esse mister.

Enquanto isto acontece, permite-se em todos os estados o chamado jogo de bicho mais usado pelas classes sociais de menor rendimento. Ou seja, comete-se uma contradição comportamental inexplicável.

Vamos acrescentar mais um caso que não se explica a bem da verdade. Sob o patrocínio do próprio governo, JOGA-SE a todo instante nas Loterias Esportivas, com premiação baixíssima de vencedores e, mais uma vez, é a classe baixa e média os maiores sustentadores dessa prática.
Pelas razões acima expostas, não há como ser contra o aproveitamento das chamadas “arenas” para se tornar cassinos. 

segunda-feira, 27 de junho de 2016

NOVO PORTO DE SALVADOR

Deve ter centenas de cidades pelo mundo que gostaria de ter o mar junto de si, de suas casas, de suas ruas. É um desejo mais do que justo. Não há nada mais belo! Os poetas comparam as espumas de suas ondas ao sorriso das deusas.

Khalil Gibran, poeta de origem libanesa, escreveu: “Caminho eternamente por essas praias entre a areia e a espuma. A maré alta apagará minhas pegadas, e o vento soprará a espuma. Porém o mar e a praia permanecerão eternamente.”

Deveria ser eterno o mar que tínhamos em frente ao centro de Salvador. Suas ondas batiam na base da colina. Depois vieram os aterros que o afastou quase mil metros. Não fosse bastante ou suficiente, construíram enormes e horrorosos armazéns, um pegado ao outro, proibindo que até o vento conseguisse passar entre eles. A cidade precisava de um porto e o fizeram na horizontal do espaço. Nem ao menos pensaram num local para recepção dos passageiros. Agora finalmente construíram um. Acha-se pronto vai fazer um ano, e ainda não está em pleno funcionamento.


Especula-se agora no aumento do porto em si. Não se acredita que sejam construídos na mesma horizontal do porto atual. Poderão ou deverão ser construções que avancem para o mar, perpendicular ou obliquamente ao cais, para atracação em ambos os lados.




Por outro lado, é preciso rever o aramado que colocaram em frente ao mar. Não ficou bem. Aliás, ficou horrível! Não é pior porque se vê o mar.



Em estrutura metálica e vidro, o prédio tem três pavimentos, num total de 7.678 m2.

Proteção aramada